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Parnna Engenharia

O modelo certo para a pergunta certa.

Da bacia ao detalhe da estrutura: modelos chuva-vazão, hidráulica 1D e 2D de rios e redes e fluidodinâmica computacional (CFD), calibrados com dados de campo.

O que entregamos

Modelos chuva-vazão, hidráulica fluvial 1D e 2D, redes de água, esgoto e drenagem e fluidodinâmica computacional (CFD) de estruturas hidráulicas, com calibração e análise de cenários.

Modelos chuva-vazão

Hidrogramas de projeto por tempo de retorno, com parâmetros da bacia e calibração com eventos observados.

Hidráulica fluvial 1D e 2D

Linhas d’água, velocidades e manchas de inundação para rios, canais e planícies.

Redes de água, esgoto e drenagem

Simulação de pressões, vazões e capacidade de redes existentes e projetadas.

Fluidodinâmica computacional (CFD)

Escoamento tridimensional em vertedouros, dissipadores, tomadas d’água e unidades de tratamento.

Escalas de modelagem

Cada escala responde a um tipo de pergunta. Subir de escala sem necessidade custa tempo e dado; descer demais esconde o problema.

EscalaQuando usarO que entrega
1DRios e canais com escoamento bem definido, redes de condutos, estudos longos de séries.Perfil de linha d’água, remanso, capacidade de seções e pontes.
2DPlanícies de inundação, áreas urbanas, confluências e ruptura de barragens.Manchas de inundação, profundidades e velocidades em cada ponto.
1D/2D acopladoCidades com rede de galerias e ruas que escoam por cima quando a rede enche.Interação rede-superfície, pontos de extravasamento.
3D (CFD)Estruturas hidráulicas com escoamento complexo: vertedouros, dissipadores, tomadas d’água.Pressões, zonas de recirculação, desempenho de alternativas geométricas.

Método

Como conduzimos

01

Pergunta e escala

Definir o que o estudo precisa decidir e escolher a escala: 1D, 2D, acoplado ou 3D.

02

Dados e geometria

Topografia, batimetria, uso do solo, chuvas e vazões tratados e consistidos.

03

Calibração

Ajuste com eventos medidos e verificação com eventos independentes.

04

Cenários e relatório

Alternativas comparadas, incertezas declaradas e memória reprodutível.

Engenheira analisando gráfico de resultados no computador

Ferramentas e referências

Ferramentas

Normas e referências técnicas

Setores atendidos

Onde esta solução mais aparece nos projetos da Parnna.

Perguntas frequentes

Não encontrou a sua? Pergunte direto à equipe técnica.

Quando um modelo 2D é necessário?

Quando a água deixa a calha e se espalha — planícies, áreas urbanas, ruptura de barragem. Nesses casos a direção do escoamento não é conhecida de antemão e o modelo 1D subestima ou desloca a mancha de inundação.

É ajustar os parâmetros para que o modelo reproduza eventos que realmente aconteceram (vazões, níveis, marcas de cheia) e depois verificar com outro evento. Sem calibração, o modelo é uma hipótese; com ela, passa a ser uma ferramenta de decisão.

Depende da escala. Em geral: topografia ou modelo digital de terreno, cadastro das estruturas e redes, séries de chuva e vazão disponíveis e o histórico de eventos. A Parnna indica o que falta e, se necessário, faz o levantamento.

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